Hayek e a racionalidade econômicaentre o instituto e a razão
Moreira, José Manuel Lopes da Silva
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
O objetivo deste texto é mostrar que a racionalidade econômica exige a consideração de um terceiro domínio de fenômenos e objetos sociais, nem instintivos na origem nem o resultado da invenção consciente ou construção propositada: o domínio das estruturas evolucionadas e auto regulantes s da socledade através da seleção 'natural' das normas de ação e percepção. Um domínio (entre o instinto e a razão) que é sistematicamente negligenciado pela corrente dominante nas ciências sociais: a ordem espontânea. Na verdade, para Hayek, a ordem do nosso meio social só parcialmente e o resultado do desígnio humano. É precisamente à tentação de ver tudo como produto intencionado daação humana que Hayek chama a presunção fatal. Uma presunção fatal que desconhece que o ponto de vista de que nem toda a ordem que resulta do inter-jogo das ações humanas é resultado do desígnio humano é, de fato, o começo da teoria social.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 1990
- Instituição
- Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária
- Fonte
- Estudos Econômicos
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:revistas.usp.br:article/158297
- Licença
- http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
Conteúdos relacionados
- DissertaçãoA preservação da gastronomia da serra da mantiqueira contada através dos produtores locaisFundação Getulio Vargas · 2026
- DissertaçãoQue inovações introduzidas pela Lei 14.133/2021 poderiam ser incorporadas pelas empresas estatais para tornar suas contratações mais eficientes?Fundação Getulio Vargas · 2026
- Artigo científicoReview: A Journey into the Thoughts Concerning the Latin American City in Times of SovereigntyANPUR · 2026
- DissertaçãoCapacidade flexível em linhas de transmissãoFundação Getulio Vargas · 2025