Políticas de empregabilidadeo estado da arte na virada do século
Torres, Ofélia de Lanna Sette
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
O crescimento do desemprego involuntário condiciona preocupações recentes com políticas de empregabilidade. Estratégias na regulação do mercado de trabalho e a terceira geração na Teoria do Capital Humano buscam codificar e/ou equacionar essas políticas. O surgimento do conceito de Economia Plural oferece uma revisão para a dinâmica do setor informal, tradicional ou moderno, na geração de empregos atípicos. A noção de Economia Plural ressalta também o papel catalizador das empresas sociais e organizações não governamentais na reinserção dos excluídos sociais. As flexibilizações do tempo de trabalho em políticas de empregabilidade são desenvolvidas através de reflexões, impactos comportamentais na qualidade de vida e experiências negociadas nos setores metalúrgico, de distribuição e de prestação de serviços de saúde. Desafios se colocam para o poder público e entidades de classe na regulamentação e ou negociações da empregabilidades atípica.
Ficha do documento
- Tipo
- Relatório
- Ano
- 2005
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/2955
Conteúdos relacionados
- Artigo científicoEscolaridade, salários e empregabilidadeAssociação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Administração · 2005
- DissertaçãoA importância estratégica do capital humano nas empresas sustentáveisFundação Getulio Vargas · 2025
- DissertaçãoGrandes empresas, equidade de gênero e maternidadeFundação Getulio Vargas · 2020
- DissertaçãoPaixão empreendedoraFundação Getulio Vargas · 2016