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Estudo

O modelo hiperinflacionário da demanda por moeda de Cagan e o caso do Brasil

Rossi, José W.

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Resumo

Após analisar vários episódios de hiperinflação relativos a países europeus do início da década de 20. Cagan (1956) conclui que as variações nos encaixes monetários reais eram explicadas. Essencialmente, por alterações na taxa de inflação esperada. De fato, Cagan sugere que em tais circunstâncias inflacionárias a magnitude das variações dos preços é tão mais acentuada do que aquela das variáveis macroeconômicas reais que as relações entre os fatores monetários podem ser estudadas com um mínimo de interferência do setor real da economia. Essas ponderações implicam, conforme nos sugere Taylor (1991), certas propriedades para as séries monetárias, que permitem testar a teoria de Cagan utilizando-se as recentes técnicas econométricas de co-integração. Assim, usamos aqui as técnicas de co-integração para testar, com dados mensais a partir de 1980 e considerando distintos períodos, se a demanda por moeda no Brasil se enquadra dentro do modelo de Cagan.

Ficha do documento

Tipo
Estudo
Ano
1994
Instituição
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Idioma
Português
Acesso
Acesso aberto
Identificador
oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/2497
Licença
Licença Padrão Ipea
Abrangência
Brasil; China; Década de 20; Anos 40; Anos 45

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