Mercado livre de energia brasileiro e governançaum estudo sobre a regulação da operação do mercado e do sistema
Batista, Caroline Lopes
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Resumo
O trabalho analisa a governança das entidades privadas que não integram a Administração Pública no contexto de abertura do mercado de energia elétrica no Brasil. Desde a década de 1990, o setor elétrico passou por reformas significativas, com desverticalização e introdução da concorrência, introduzindo o desenho institucional agentes e estruturas, como o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Tais entidades possuem natureza jurídica de direito privado e desempenham funções essenciais na coordenação do sistema e na comercialização de energia. A pesquisa utiliza como referencial teórico a Economia dos Custos de Transação (ECT) e a Nova Economia Institucional para avaliar a governança do ONS e da CCEE, considerando desafios jurídico-econômicos da abertura do mercado. O estudo também realiza análises comparativas com os modelos regulatórios da Colômbia e do Chile, identificando lições que podem ser aplicadas ao Brasil. Conclui-se que a governança dessas entidades deve ser fortalecida para garantir a segurança e a eficiência do sistema em um ambiente de mercado totalmente liberalizado.
Ficha do documento
- Tipo
- Dissertação
- Ano
- 2025
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/36765
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