Impacto da autonomia do Banco Central no comportamento da taxa de câmbio brasileira
Bonati, Caroline de Moura
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
O presente trabalho examina se o advento da autonomia do Banco Central do Brasil (BCB) alterou a sensibilidade da taxa de câmbio brasileira em relação ao risco de mercado. Como proxy de risco, utiliza-se as volatilidades implícitas extraídas de opções de BOVA11, que é o ETF do principal índice da bolsa brasileira, bem como o VIX, um dos principais indicadores internacionais do mercado para medir a volatilidade. O estudo foca no período que marca o início da autonomia operacional do BCB, que foi iniciada com a implementação da Lei Complementar nº 179 em fevereiro de 2021. Os resultados indicam que, dadas as variáveis explicativas e a janela temporal escolhida para a realização do trabalho, não existem evidências estatísticas robustas de que a autonomia do BCB tenha alterado a sensibilidade da variação do dólar em relação às variáveis de risco.
Ficha do documento
- Tipo
- Dissertação
- Ano
- 2024
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/39571
Conteúdos relacionados
- DissertaçãoO Banco Central do Brasil responde a movimentos da taxa de câmbio?Fundação Getulio Vargas · 2019
- DissertaçãoAn assessment of exchange rate impact over Taylor rule determination in BrazilFundação Getulio Vargas · 2017
- DissertaçãoChoques e atividade econômicaFundação Getulio Vargas · 2021
- DissertaçãoA volatilidade dos títulos de renda fixa pós-fixados indexados à inflação, comparada a volatilidade da renda variável no Brasil no período 2006-2017Fundação Getulio Vargas · 2017