Arte e PrisõesComo as práticas teatrais podem contribuir com o enfrentamento do encarceramento em massa no Brasil?
Marinho, André Luíz Furtado
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
O presente trabalho tem como objetivo principal investigar de que maneira as práticas teatrais no ambiente prisional podem contribuir para o enfrentamento do encarceramento em massa no Brasil. O estudo parte da perspectiva do direito à cultura, uma garantia fundamental do ordenamento jurídico brasileiro, para criar uma interface com o direito penal. Considerando a ferramenta jurídica da remição de pena e o objetivo de integração social presentes na política de execução penal, o estudo busca compreender como as práticas de ensino teatral podem, simultaneamente, colaborar para a descompressão do sistema prisional, a ressocialização dos indivíduos privados de liberdade e a redução da reincidência criminal. Dividido em quatro capítulos, o trabalho analisa os fundamentos teóricos do direito penal e dos direitos culturais, apresenta experiências nacionais e internacionais de atividades de teatro nas prisões, realiza um estudo de caso comparativo entre os modelos e, por fim, discute alternativas para viabilizar economicamente esses projetos no sistema prisional brasileiro. A pesquisa se apoia na análise e revisão bibliográfica de referenciais doutrinários e dados oficiais.
Ficha do documento
- Tipo
- Outro
- Ano
- 2025
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/38233
Conteúdos relacionados
- DissertaçãoOs sentidos da ressocialização em decisões sobre a gestão da sanção no Superior Tribunal de JustiçaFundação Getulio Vargas · 2022
- DissertaçãoUm preso por vagaFundação Getulio Vargas · 2020
- RelatórioDiálogos atlânticos sobre tecnologia e regulação - 2026Fundação Getulio Vargas · 2026
- DissertaçãoAs finalidades de tratamento de dados pessoais em parcerias público-privadasFundação Getulio Vargas · 2026