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Dissertação

A reforma trabalhista de 2017 e a rotatividade do emprego no Brasil

Azevedo, Marcelo Rubio

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Resumo

O objetivo deste trabalho é avaliar o impacto da reforma trabalhista de 2017 sobre a durabilidade do emprego e sobre a probabilidade de rompimento da relação de emprego no Brasil. O estudo foi gerado com base nos dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por amostra de Domicílios Contínua) entre os anos de 2017 e 2018. A variável utilizada para medir a duração do vínculo de emprego foi obtida pela pergunta sobre duração do emprego da própria PNAD. A metodologia de diferenças em diferenças com dados em painel com efeito fixo foi utilizada, com o grupo de tratamento formado por empregados formais e o grupo de controle composto por trabalhadores informais. Para analisar a probabilidade de rompimento da relação de emprego, foi estimado um modelo de sobrevivência. Os resultados indicam que a reforma trabalhista teve impacto positivo e significativo no aumento da durabilidade do emprego para o grupo de tratamento, ou seja, para os empregados formais, que são diretamente afetados pela reforma. Indicam também que a reforma trabalhista reduziu a probabilidade de saída do emprego para os trabalhadores que tinham até um ano de tempo de serviço acumulado.

Ficha do documento

Tipo
Dissertação
Ano
2021
Instituição
Fundação Getulio Vargas
Idioma
Português
Acesso
Acesso aberto
Identificador
oai:repositorio.fgv.br:10438/30536

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