"Sou Sujeito Homem!"Branquitude e masculinidades em Orfeu (1999)
Anselmo, Lucas Xavier
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Resumo
A presente dissertação de mestrado tem como proposta analisar como a branquitude utiliza do cinema nacional para se perpetuar como um constructo possuidor de valor hegemônico, principalmente através da construções das masculinidades, como a do homem branco e a do homem negro, para cumprir com este propósito. Através do filme nacional Orfeu (1999), de Carlos Diegues, é demonstrado como esse quadro é estabelecido ao se verificar como os personagens Orfeu (Toni Garrido) e Lucinho (Murilo Benício) representam estereótipos sobre papéis de gênero que colocam a branquitude nesse espaço. Verificando que, ainda que esteja propagando um discurso com um verniz de mestiçagem, ainda é perceptível verificar como que o protagonista é colocado na posição de ser um homem negro “superdotado” enquanto o antagonista é posto em uma posição do ser o homem branco que detêm o “monopólio da violência” (Weber, 2003).
Ficha do documento
- Tipo
- Dissertação
- Ano
- 2025
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/37564
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