Renda e pobreza - medidas per capita versus adulto-equivalente
Rocha, Sonia
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
O objetivo deste artigo é analisar as implicações de adotarem-se as abordagens per capita ou adulto-equivalente para fins de delimitação da população indigente, tanto no que concerne aos resultados que se obtêm em termos das medidas usuais de indigência enquanto insuficiência de renda, como do perfil das famílias. Discutem-se as questões conceituais envolvidas no estabelecimento dos requerimentos nutricionais e derivam-se as escalas de equivalência entre indivíduos com base em diferenças de sexo e idade. Resultados são gerados para o Ceará e para Fortaleza em 1996 utilizando os dois procedimentos, o que permite verificar que, embora a população indigente definida pelo critério adulto-equivalente seja essencialmente um subconjunto da população indigente delimitada segundo o critério per capita, existem diferenças de tamanho e de caracterização das duas populações que podem ser relevantes para fins de política social.
Ficha do documento
- Tipo
- Estudo
- Ano
- 1998
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/2487
- Licença
- Licença Padrão Ipea
- Abrangência
- Brasil; Ceará; Fortaleza; 1996
- Palavras-chave
- População indigenteRendaPobrezaPolítica social
Conteúdos relacionados
- EstudoOn statistical mapping of povertyInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2015
- EstudoOn statistical mapping of povertyInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 1998
- EstudoRenda e pobrezaInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 1996
- EstudoVolatilidade de renda e a dinâmica da pobreza no BrasilInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2024