português
Barbosa Filho, Fernando de Holanda; Veloso, Fernando; Peruchetti, Paulo Henrique
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Resumo
Este artigo estima o potencial de trabalho remoto no Brasil adaptando a metodologia de Dingel e Neiman (2020) para incluir uma infraestrutura mínima doméstica para poder se trabalhar em casa, que inclui acesso contínuo a energia elétrica, conexão de internet e pelo menos um microcomputador em casa. O artigo também analisa o uso efetivo do trabalho remoto no Brasil durante a pandemia da COVID-19. Os resultados mostram que o potencial do trabalho remoto no Brasil controlando pela necessidade de uma infraestrutura mínima é de somente 17,8%, bem abaixo do potencial estimado para países desenvolvidos. No entanto, o uso efetivo de trabalho remoto no Brasil atingiu um pico de somente 10,4% do total de ocupados durante a pandemia, significativamente abaixo do potencial estimado. Os dados mostram também a existência de grande heterogeneidade no potencial e uso de trabalho remoto entre regiões, estados e diferentes grupos socioeconômicos.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2023
- Instituição
- EGV EPGE
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:ojs.periodicos.fgv.br:article/85168
- Abrangência
- Não aplicável
- Temas
- InfraestruturaDados
- Palavras-chave
- home office, remote workTrabalho remoto
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