Portugal, Grécia, Itália e Espanhauma análise das razões das crises da dívida e alternativas para sua superação
Nunes, Leonardo Loureiro
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Resumo
Neste artigo, em sua primeira parte, será realizada uma breve revisão da literatura da Teoria das Áreas Monetárias Ótimas. Na segunda parte, será avaliado o desempenho macroeconômico dos países da periferia do euro (Portugal, Espanha, Itália e Grécia). A hipótese a ser apresentada é a da existência de uma relação entre o déficit na balança comercial desses países e um superávit correspondente por parte da Alemanha. Esses déficits, ocasionados pela falta de mobilidade de mão de obra, inflexibilidade de preços e salários, baixos custos unitários de trabalho na Alemanha em relação aos países citados, foram financiados via endividamento, colocando a Alemanha numa posição superavitária em relação a esses países. Por fim, serão apontadas brevemente algumas alternativas para a solução da crise do euro, que vão da criação de eurobônus a uma ruptura da zona monetária única.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2013
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/3809
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Portugal; Grécia; Itália; Espanha; Alemanha
- Temas
- Mobilidade
- Palavras-chave
- Teoria das áreas monetárias ótimasCrise do euro
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