Políticas públicas para radiodifusão e imprensaação e omissão do estado no Brasil pós-1964
Pieranti, Octavio Penna
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Resumo
Imprensa e poder público sempre desenvolveram, no Brasil, uma forte relação de interdependência. Empresas jornalísticas e de radiodifusão dependem de verbas estatais para seu próprio sustento e políticos dependem da imprensa e da exposição na mídia para se comunicarem com o eleitor de forma massificada. Essa relação de proximidade termina por influenciar a própria elaboração de políticas públicas para o setor. Este estudo analisa as políticas públicas para radiodifusão e imprensa no Brasil desde 1964, ano em que se estabeleceu, no país, o regime militar, marco de uma profunda reformulação das Comunicações. As políticas públicas são discutidas de acordo com duas dimensões ¿ uma relativa à montagem de infra-estrutura para as Comunicações, e outra referente ao conteúdo das informações. Fica clara a urgência de uma revisão das leis que ora regulam a Comunicação Social, muitas das quais carecem de aplicabilidade, e questiona-se a independência dos atuais parlamentares para proceder às reformas necessárias e à discussão de novas políticas públicas para o setor.
Ficha do documento
- Tipo
- Dissertação
- Ano
- 2005
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/3542
- Temas
- Políticas Públicas
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