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"Pensa gente, aquele corpo pesado. Aquele peito pulando. Não adianta, não é bonito gente”o não cruzamento das simbologias ser gorda e ser bailarina e as justificativas do meio

Atty, Maria Julia de Moraes

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Resumo

O presente estudo, realizado por uma bailarina, objetivou analisar antropologicamente a corporeidade, refletindo a importância e a complexidade da discussão sobre corpos como 
 memória, história, poder e como social, para além do biológico. E, principalmente, 
 analisando a história do ballet clássico, a simbologia da bailarina, as expectativas 
 atribuídas ao corpo da bailarina, as consequências dessas e as noções relacionadas ao 
 corpo gordo, explorar a presença (ausência) de pessoas gordas no ballet clássico e refletir 
 sobre as justificativas supostamente biológicas, que o meio utiliza. Para tanto, dividiu-se 
 o texto em: bastidores, prólogo e três atos, utilizando metodologia qualitativa, com quatro 
 entrevistas com bailarinas, discutiu-se as justificativas do meio para a presença (ausência) 
 de pessoas gordas no ballet clássico.

Ficha do documento

Tipo
Outro
Ano
2022
Instituição
Fundação Getulio Vargas
Idioma
Português
Acesso
Não informado
Identificador
oai:repositorio.fgv.br:10438/34264

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