O Impacto das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h sobre indicadores de mortalidadeevidências para o Rio de Janeiro
Rocha, Rudi; Fernandes, Lucas Merenfeld da Silva
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Resumo
Este artigo avalia o impacto das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h sobre as taxas de mortalidade nos municípios do estado do Rio de Janeiro entre 2000 e 2011. Para tanto, estimou-se um modelo de dados em painel ao nível do município-mês, no qual se identificou o efeito das UPAs sobre as taxas de mortalidade por município de residência, local de ocorrência e causa do óbito. Observou-se que as UPAs têm um efeito negativo, porém não significativo sobre a taxa geral de mortalidade. Ao caracterizar este efeito com mais detalhes, por local de ocorrência e causa do óbito, observou-se uma redução significativa dos óbitos em hospitais (-16%) e na rua (-27%), mas um aumento de óbitos ocorridos em outros estabelecimentos de saúde (em que as UPAs estão classificadas). Isso sugere realocação parcial de óbitos entre locais de ocorrência. Ao examinar efeitos sobre a mortalidade em hospitais, observou-se um efeito negativo sobre óbitos por doenças circulatórias e endócrinas, bem como por causas externas.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2016
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/7503
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Rio de Janeiro, Brasil; 2000-2011
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