O Estatuto da Metrópole e as regiões metropolitanasuma análise teórico-conceitual à luz do conceito miltoniano de “território usado”
Peres, Janaína Lopes Pereira; Adriano, Henrique Soares Rabelo; Seraphim, Ana Paula Albuquerque Campos Costalonga; Olalquiaga, Amanda Alves
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Resumo
Neste artigo, abordam-se, conceitualmente, os limites e os avanços do Estatuto da Metrópole (EM), no que tange à definição e à delimitação das regiões metropolitanas, enquanto territórios políticos, passíveis de tornarem-se objetos de políticas públicas. A emergência do “metropolitano” revela mudanças na ordem espacial nacional e impõe importantes desafios, sobretudo no que diz respeito à formulação das políticas públicas e à necessidade de sua articulação. Este artigo tem como referente empírico o Estatuto da Metrópole e seus antecedentes e tem como intuito apresentar, a partir dessa legislação e do contexto de sua elaboração, uma análise crítica acerca do conceito de região metropolitana adotado pelo Estatuto da Metrópole, à luz do conceito miltoniano de “território usado”.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2018
- Instituição
- Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
- Fonte
- Cadernos Metrópole
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:ojs.revistas.pucsp.br:article/28987
- Temas
- Políticas Públicas
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