Inovações organizacionais em política socialo caso da Grã-Bretanha
Melo, Marcus André; Costa, Nilson do Rosário; Silva, Pedro Luís Barros
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
O presente artigo discute o modelo de quase-mercado, ou competição administrada, introduzido no sistema de saúde inglês nos anos 80 e 90. Essa experiência foi paradigmática da segunda geração de reformas dos sistemas de saúde, que emerge nesse período, e que contrasta fortemente com a chamada primeira geração, impulsionada pelo imperativo macroeconômico de controle das despesas nacionais com a função saúde. A segunda geração das reformas caracteriza-se pelo foco organizacional e microeconômico. O balanço da reforma é inconclusivo: enquanto alguns ganhos de eficiência foram conseguidos alguns aspectos continuam controversos — custos de transação maiores no novo sistema; iniqüidades entre os pacientes de GPs que aderiram à reforma e os que não aderiram —, além do fato de que os trusts desfrutam de poder de monopólio, limitando assim, os ganhos de eficiência perseguidos.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2014
- Instituição
- Escola Nacional de Administração Pública - Enap
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/349
- Temas
- Saúde
Conteúdos relacionados
- Artigo científicoInstitutional design of the regulatory reform and market failures in the health sectorEscola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV EBAPE) · 2001
- Artigo científicoHealth sector reform abroadEscola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV EBAPE) · 2000
- Artigo científicoA descentralização do sistema de saúde no BrasilEscola Nacional de Administração Pública - Enap · 2014
- EstudoConsórcios municipais no SUSInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 1999