In the justice we trustcourts as an unbiased institution to resolve governmental corruption
Klevenhusen, André Luiz Medeiros
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Há muito pouca informação sobre as razões que embasam a desconfiança de um indivíduo a respeito do julgamento de líderes políticos. Embora muito se saiba sobre as razões pelas quais os cidadãos continuam apoiando políticos corruptos, a maioria dos trabalhos não considera a dimensão o nível de identificação com um candidato. Este estudo tem implicações importantes para a academia, pois investiga a relação entre confiança nas decisões institucionais e a identificação com os candidatos. Embora as decisões da Suprema Corte brasileira sejam ocasionalmente contraditórias e controversas, descobrimos que os cidadãos consideram os tribunais uma instituição imparcial para julgar a corrupção de agentes políticos. Além disso, nossos resultados mostram que quanto maior a identificação dos respondentes com seu candidato preferido, maior a confiança nas decisões das cortes sobre desvio de dinheiro público. Mesmo quando o político condenado é o candidato preferido do participante, não há efeito nos níveis de confiança no Poder Judiciário. O estudo também identificou que ensino superior, maior renda e o sexo masculino estão correlacionados com maior identificação com o candidato.
Ficha do documento
- Tipo
- Dissertação
- Ano
- 2020
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Inglês
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/29795
Conteúdos relacionados
- Artigo científicoCorrupção dominou debate nas redes sociais sobre a disputa pela prefeitura do RioFundação Getulio Vargas · 2016
- DissertaçãoEscândalos políticos e o clima econômico dos países sul-americanosFundação Getulio Vargas · 2016
- EstudoGestão do conhecimento nos processos de gestão públicaIpea · 2026
- DissertaçãoIncentivos financeiros, capacidades estatais e distribuição territorial da alfabetizaçãoFundação Getulio Vargas · 2026