Ganhar a vida. Uma história do barbeiro africano Antônio José Dutra e sua família. Rio de Janeiro, século XIX
Jeha, Silvana Cassab
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Este artigo versa sobre as artes dos barbeiros-sangradores e músicos no Rio de Janeiro oitocentista, centrado na história de um deles: Antonio José Dutra. O texto também esboça traços biográficos de seus herdeiros. O patriarca, natural do Reino do Congo, veio escravo para o Brasil e obteve alforria no início da década de 1820. Em 1849, quando morreu, possuía uma barbearia, uma banda, 13 escravos e dois imóveis. Era pai de seis filhos naturais, frutos de três relacionamentos. Se, por um lado, os filhos não lograram o mesmo sucesso do pai, por outro, o seu legado cultural e financeiro foi fundamental para suas vidas remediadas de negros livres numa sociedade escravista.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2017
- Instituição
- Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/21642
Conteúdos relacionados
- TeseRelações entre política e economia do Estado do Rio de Janeiro (1995-2024)Fundação Getulio Vargas · 2026
- LivroA crise dos comissários de café do Rio de JaneiroFundação Getulio Vargas · 2025
- Dissertação“Sempre fui obediente, mas não pude resistir”Fundação Getulio Vargas · 2021
- DissertaçãoPassado, presente e futuro do samba de gafieiraFundação Getulio Vargas · 2020