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Estudo

Exposição à maternidade precoce e estratos sociais das adolecentes brasileirasjustificativas via determinantes próximos das taxas de fecundidade

Bassi, Camillo de Moraes

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Resumo

Este artigo tem como centro analítico o comportamento reprodutivo das adolescentes
 brasileiras. Mais objetivamente: das assimetrias comportamentais quando se associam maternidade precoce e estrato social desse público-alvo, com o fito maior de demonstrar quão mais expostas estão à ocorrência as jovens, por assim dizer, menos
 abastadas. À realização da tarefa, foi lançada mão dos “determinantes próximos” às
 taxas de fecundidade, a saber: nupcialidade, iniciação sexual, contracepção, insusceptibilidade pós-parto e aborto induzido – em que timing e acessibilidade se combinam, de forma a justificar – e, naturalmente, corroborar – o comportamento
 em pauta. Conclui-se que – excetuando a questão do aborto, cujos dados limitam-se a
 estudos de casos, e da insusceptibilidade pós-parto, que guarda relação com o estrato
 social, mas de que não se dispõe de dados voltados ao grupo das adolescentes – as adolescentes socioeconomicamente desfavorecidas são muito mais entrelaçadas com todos os demais quesitos, o que induz a refletir se o fato é, ou não, decorrente de ações deliberadas, de volições próprias.

Ficha do documento

Tipo
Estudo
Ano
2008
Instituição
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Idioma
Português
Acesso
Acesso aberto
Identificador
oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/1466
Licença
Licença Comum
Abrangência
Brasil
Temas
Dados

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