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Estudo

Exchange rate dynamics in Brazil

Vieira, Flávio Vilela; Brito, Márcio Holland de

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Resumo

O artigo pretende investigar, sob o ponto de vista empírico e teórico, a dinâmica da taxa de câmbio no Brasil, sob regime de câmbio flutuante. A análise empírica examina o comportamento de curto e longo prazo da taxa de câmbio, dos juros (domésticos e externos) e do risco-país através de técnicas econométricas como decomposição de variância, causalidade de Granger, testes de cointegração, modelos de correção de erro, e um modelo GARCH para estimar a volatilidade da taxa de câmbio. Os resultados empíricos sugerem que se pode argumentar a favor da ocorrência de um certo grau de endogeneidade da taxa de câmbio e que a flutuação cambial não tem isolado a economia brasileira de choques da mesma maneira prevista pela literatura em função de suas próprias especificidades (flutuação administrada com o uso de reservas internacionais e juros guiado de acordo com a meta inflacionária) e do comportamento de variáveis externas como o risco-país. Outro importante resultado é a ausência de uma associação entre juros doméstico e externo a partir da implementação do novo regime cambial. Isto é, de Janeiro de 1999 a Maio de 2004, a política monetária norte-americana não afetou o comportamento da taxa de câmbio no Brasil, uma vez que este foi um fenômeno essencialmente endógeno, principalmente quando se considera a dominância fiscal expressa pela probabilidade de default.

Ficha do documento

Tipo
Estudo
Ano
2010
Instituição
Fundação Getulio Vargas
Idioma
Inglês
Acesso
Acesso aberto
Identificador
oai:repositorio.fgv.br:10438/6682

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