Determinação dos superávits do governo central brasileiroinfluência da política monetária na ótica de regressões de limiar
Schettini, Bernardo Patta
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Resumo
Este texto estuda a determinação dos superávits do governo central brasileiro. Para dados
 trimestrais de 1996 a 2011, a estratégia empírica envolveu: i) modelos de quebra
 estrutural e estimativas não lineares no nível da dívida pública para lidar com a inércia
 percebida após 1999, diante de níveis elevados de endividamento; ii) regressões de
 limiar que levam em consideração a influência da política monetária no campo fiscal;
 e iii) comparação das estimativas por meio de estatísticas de previsão. É válido destacar
 as seguintes indicações: i) existe uma tendência para redução dos superávits como
 proporção do produto interno bruto (PIB), dada a queda persistente na relação dívida-PIB;
 ii) a inflação do índice de preços ao consumidor amplo (IPCA) e os gastos com juros
 constituem variáveis de estado na determinação dos superávits; e iii) o cenário da política
 fiscal depende de como essas variáveis irão se comportar após os cortes na taxa Selic
 feitos no ciclo recente de expansão monetária
Ficha do documento
- Tipo
- Estudo
- Ano
- 2013
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/910
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Brasil; 1996-2011
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