Caminhos alternativosescravidão e reprodução em Minas Gerais no século XIX
Paiva, Clotilde Andrade; Libby, Douglas Cole
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Entre os fatores que influenciaram a demografia escrava talvez o mais importante tenha sido o grau de envolvimento na tradicional economia colonial de exportação. Ate o final do seculo XVIII o mercado interno brasileiro havia se consolidado e as atividades produtivas correspondentes demandavam uma força de trabalho escrava considerável. Em períodos e regiões diierentes, varias populações cativas engajadas na produção de gêneros alimentícios, destinados ao consumo interno, se comprovaram capazes de reprodução natural. Apos o ciclo aurífero, Minas Gerais constitui a maior e mais expressiva região dedicada ao mercado interno. Baseado em novas evidências, demonstrar-se-a que, a despeito das enormes pressões do tráfico negreiro internacional, a população escrava mineira da década de 1830 se sustentava, emparte, por meio da reprodução natural e que uma geração após o término do tráfico encontrava-se plenamente reprodutiva.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 1995
- Instituição
- Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária
- Fonte
- Estudos Econômicos
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:revistas.usp.br:article/160479
- Licença
- http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
- Temas
- Economia
Conteúdos relacionados
- Artigo científicoDomestic markets and foreign investiment regulationUniv Estado Rio De Janeiro, Fac Direito · 2016
- Artigo científicoAraxá, 1816-1888Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária · 2014
- Artigo científicoOs múltiplos de porcos e diamantesUniversidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária · 1988
- Artigo científicoAfter financial-rentier capitalism, structural change in sight?Centro Brasileiro de Análise e Planejamento · 2017