As Agências reguladoras brasileiras e seu hibridismo burocrático
Cunha, Bruno Queiroz
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Resumo
Dado que as organizações não operam no vácuo, é importante inquirir, em particular, como os indivíduos que as compõem respondem à realidade que os cerca e ao ambiente e à cultura internos às agências. Este capítulo procura abordar essa questão voltando-se especificamente à "regulocracia" brasileira, delimitando, assim, a análise quanto à burocracia das agências reguladoras federais. Faz-se isso, todavia, sem que se reproduza o lugar-comum das críticas correntes. Busca-se ir mais a fundo naquilo que o modelo de agências
 reguladoras teve como consequência na dimensão burocrática e no que é pertinente à repercussão sobre o funcionamento do Estado.
Ficha do documento
- Tipo
- Livro
- Ano
- 2018
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/8618
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Brasil
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