Adherence to the Taylor rulemonetary policy in a sample of 11 countries
Tenani, Débora Teixeira
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Resumo
Esta dissertação examina a adesão da política de taxa de juros à Regra de Taylor em uma amostra de 11 países durante o período 2000-2022Q2. Três variações da regra de Taylor (hiato da inflação, hiato da inflação e do produto, hiato da inflação e do desemprego) e três procedimentos estatísticos (média amostral, Filtro de Kalman e Filtro Hodrick Prescott) são usados para classificar o Desempenho Monetário e os Presidentes do Banco Central. A conclusão é que, ao longo do período amostral, o Banco Central do Brasil foi o mais aderente à Regra de Taylor enquanto o Banco Central do Japão foi o menos aderente. O Federal Reserve Bank dos Estados Unidos ficou em sétimo lugar, em um empate com o Banco Central do Peru. De fato, os Bancos Centrais da América Latina tendem a ser mais aderentes à Regra de Taylor do que os Bancos Centrais dos Países Desenvolvidos. Além disso, entre os diferentes presidentes do Banco Central do Brasil, Arminio Fraga foi o mais aderente à Regra de Taylor e Alexandre Tombini o menos, enquanto entre os presidentes do Fed, Ben Bernanke foi o mais aderente e Janet Yellen a menos.
Ficha do documento
- Tipo
- Dissertação
- Ano
- 2023
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Inglês
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/33264
- Temas
- Economia
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