A Tradição Histórica da Aprendizagem Industrial
Filho, Joaquim Faria Góes
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
A história da formação do obreiro para o artesanato constitui por certo um dos capítulos dignos de maior atenção 110 estudo da tradição histórica da aprendizagem. Com a expansão do comércio no século X II, surgem os burgos e as cidades comerciais. Nesses centros localizam-se artesãos com o objetivo de produção de objetos de uso e de adorno para a venda. Quando o número de homens que trabalhavam num mesmo oficio se torna considerável, começa a surgir a tendência a se unirem entre si. Daí as guildas especiais de artífices. Estamos em pleno período do trabalho puramente manual. Não há máquinas e são usadas ferramentas dos tempos mais antigos. A indústria é puramente doméstica e sua capacidade de produzir, limitada. Mas não é só. Entre os direitos das guildas, o de estabelecer o privilégio do ofício é dos mais importantes. Só os membros da corporação podiam exercer a profissão e só havia um caminho para o ingresso na mesma: o do aprendizado.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2017
- Instituição
- Escola Nacional de Administração Pública - Enap
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/2951
Conteúdos relacionados
- TeseEssays in development economicsFundação Getulio Vargas · 2026
- TeseEssays on trade and developmentFundação Getulio Vargas · 2026
- DissertaçãoEntre o prestígio e o adoecimentoFundação Getulio Vargas · 2026
- Artigo científicomart cityPontifícia Universidade Católica de São Paulo · 2026