A pesquisa governamental de opinião públicarazões, limites e a experiência recente no Brasil
Gramacho, Wladimir G.
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Este trabalho discute razões pelas quais se deve esperar que governos representativos mantenham um programa institucionalizado de pesquisa de opinião pública. O argumento divide-se em quatro seções. Na primeira, discutem-se razões teóricas e operacionais para que os governos acompanhem ao longo do tempo o comportamento de opiniões e preferências dos cidadãos. Na segunda, descrevem-se as consequências da (im)popularidade governamental, medida sintética e crucial da relação entre representantes e representados. Em seguida, uma terceira seção aponta possíveis fronteiras ou limites que permitiriam distinguir o escopo das pesquisas de opinião pública realizadas pelos governos daquele das conduzidas com propósito científico, mercadológico e, sobretudo, eleitoral. Finalmente, a quarta seção descreve a recente experiência do governo brasileiro nessa área.Palavras-chave: opinião pública, pesquisa, amostragem, democracia, administração federal
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2014
- Instituição
- Escola Nacional de Administração Pública - Enap
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/421
Conteúdos relacionados
- DissertaçãoCPTED e nudges aplicados à prevenção de crimes e sinistros em rodoviasFundação Getulio Vargas · 2026
- DissertaçãoO arranjo funcional sempre funciona? O arquivo Mário Pedrosa e os limites da organização de arquivos pessoaisFundação Getulio Vargas · 2026
- LivroAnuário de publicações da graduação 2025Fundação Getulio Vargas · 2026
- DissertaçãoGovernança de dados em cidades inteligentesFundação Getulio Vargas · 2026