Treinamento e busca por melhores parcerias em mercados com informação assimétrica
Ambrozio, Antonio Marcos Hoelz Pinto; Gonzaga, Gustavo; Moreira, Humberto
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Neste artigo, argumentamos que não há necessariamente um trade-off entre rotatividade e treinamento agregado, conforme especificado na literatura convencional, quando se considera um modelo dinâmico multissetorial de investimento em treinamento. Embora maior rotatividade iniba investimento em treinamento no presente, uma maior flexibilidade alocativa incentiva a formação de melhores parcerias, o que deve induzir um maior nível de investimento em treinamento no futuro. Nesse caso, uma implicação importante de política pública é que medidas destinadas a reduzir a rotatividade podem ser inócuas ou mesmo contraprodutivas no sentido de aumentar o investimento agregado em treinamento. Esse resultado é estabelecido a partir de um modelo em que há heterogeneidade tanto de trabalhadores quanto de firmas, o que permite que as decisões de investimento das firmas sejam determinadas em conjunto com as decisões (endógenas) de desligamento dos trabalhadores.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2017
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/8228
- Licença
- Licença Comum
Conteúdos relacionados
- LivroA Rotatividade dos jovens no mercado de trabalho formal brasileiroInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2014
- DissertaçãoInvestimento em infraestrutura nos municípios a partir de fundos previdenciários públicosFundação Getulio Vargas · 2021
- LivroO Impacto da formalidade do trabalho e da inserção urbana no deslocamento casa-trabalhoIpea · 2016
- LivroImpacts of registered jobs and urban location on work commutesIpea · 2016