Regimes de endividamento, fragilidade financeira e dinâmica da atividade produtiva
Meirelles, Antonio J. A.; Lima, Gilberto Tadeu
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Resumo
Elabora-se um modelo pós-keynesiano de utilização e crescimento da capacidade produtiva, no qual a oferta de moeda de crédito é endógena e o endividamento das firmas é explicitamente modelado. A taxa de juros é determinada pela aplicação de um mark-up sobre a taxa básica fixada pela autoridade monetária. O mark-up bancário varia intertemporalmente em conseqüência de mudanças no nível de atividade econômica, medido pela utilização da capacidade produtiva. Por seu turno, o grau de endividamento das firmas varia em função das taxas de lucro, de acumulação de capital físico e de juros. Em termos dinâmicos, mostra-se que é possível relacionar as condições de estabilidade do sistema formado pelas variáveis taxa de juros e grau de endividamento das firmas ao tipo de regime minskyano de financiamento hedge, especulativo ou Ponzi - prevalecente na economia.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2003
- Instituição
- Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária
- Fonte
- Estudos Econômicos
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:revistas.usp.br:article/35798
- Licença
- http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
- Temas
- Economia
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