Reformas trabalhistascaminhar para um novo modelo de relações industriais
Marinho, Luiz
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Resumo
Há muito tempo tornou-se visível a inadequação do modelo brasileiro de relações de trabalho. A velha C.L.T., baseada numa concepção corporativista de organização da sociedade, já não é capaz de responder às transformações radicais que, com grande velocidade vêm alterando na prática o mundo do trabalho. Cada vez menos a lei atual consegue incidir sobre a realidade das empresas. Além disso, o acúmulo de propostas resultantes dos debates entre trabalhadores e empresários já alcançou um nível de amadurecimento que permite uma ampla negociação para a reforma desse modelo. Sem dúvida, é hora de mudar. No entanto, é preciso que se definam procedimentos e conteúdos a serem adotados na construção do novo sistema. E com relação a estes dois aspectos que pretendo apresentar algumas ideias que considero essenciais ao êxito da reforma.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 1998
- Instituição
- Ipea
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/19137
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Brasil
- Palavras-chave
- TrabalhoReforma trabalhistaEmpresasIndustria
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