Redução do Custo da Vida -- Mecanização Agrícola
RSP, Editor
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Resumo
Muitos dirão (como preconizou uma celebérrima Comissão) que nós “devemos continuar essencialmente agrícola”; jamais se viu afirmação mais cínica. De fato, para aquêle ilustre capitão da indústria alienígena, nada melhor porque até hoje os nossos milhões de dólares têm ficado por lá em troca de bugigangas e máquinas. E a prova temos agora: As divisas que conseguimos com a exportação do café foram-se tôdas e ficamos com a mão abanando: Sem Café e Sem Dinheiro. Temos apenas o café para suprir tôdas as nossas necessidades, que são inúmeras: desde o material e matérias-primas para as nossas indústrias básicas até meias nylon e etc., e, futuramente: feijão, arroz, banha, cebolas, batatas e, quem sabe? Verduras e legumes. — Sim, porque se continuarmos a importar tratores, máquinas agrícolas e outras infinidades de artigos (já não dizemos de “luxo” ) dentro de alguns anos não teremos divisas nem para importar trigo
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 1953
- Instituição
- Escola Nacional de Administração Pública - Enap
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/5914
- Licença
- http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0
- Palavras-chave
- Administração Publica
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