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Artigo científico

Reação fiscal, rigidez orçamentária e a sustentabilidade da dívida pública no Brasiluma abordagem por meio de MS-VECM

de Oliveira, Felipe Araujo; Maia, Sinézio Fernandes; Nobrega, Wellington Charles Lacerda; Pt, Pt; Pt, Sinézio

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Resumo

A preocupação a respeito da sustentabilidade fiscal é crescente não só para garantir a intertemporalidade das políticas públicas, como também para não prejudicar a potência da política monetária e a redução da vulnerabilidade do país a crises. O objetivo dessa pesquisa foi avaliar se a condução da Política Fiscal foi sustentável entre 1999 e 2021, usando o modelo proposto em Bohn (2007). Por meio das abordagens de Markov-Switching-VECM, Regressão com Regimes Markovianos, usando janelas móveis e testes de quebra estrutural pôde-se concluir que a condução da política fiscal é frágil. A depender do método empregado e do tamanho da amostra, o resultado pode ser alterado significativamente. Caso se controle a reação fiscal pelos gastos obrigatórios e discricionários, é possível concluir que houve baixo grau de sustentabilidade fiscal até 2009, correlacionado com a maior produtividade do período. Evidencia-se que houve uma deterioração da condução da política fiscal a partir de 2009, e, também que a rigidez orçamentária deve ser levada em consideração ao se desenhar um regime fiscal capaz de estabilizar o produto e reduzir a vulnerabilidade do país a crises.

Ficha do documento

Tipo
Artigo científico
Ano
2022
Instituição
Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária
Idioma
Português
Acesso
Não informado
Identificador
oai:revistas.usp.br:article/175992
Licença
http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0

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