Poverty and monetary policy in HANK Models
Correia, Igor Costa
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Resumo
Este trabalho introduz o efeito da pobreza em um modelo de agentes heterogêneos e avalia os impactos da política monetária. As famílias possuem preferências Stone-Geary, o que indica que os indivíduos enfrentam uma restrição de consumo mínimo: essa abordagem permite que a pobreza seja determinada endogenamente. Derivamos as curvas IS e Phillips e demonstramos que a inclinação destas varia com a pobreza, de modo que a persistência dos choques é bem explicada pela dinâmica dessas curvas: países de baixa renda possuem IS e PC mais inclinadas do que países de alta renda. Os resultados indicam que economias mais ricas lidam com choques mais pronunciados, enquanto que as economias mais pobres sofrem com a persistência desses choques. Por exemplo: o resultado de um choque negativo gera alta inflação em países ricos em comparação com países pobres, mas a persistência do choque permanece presente por mais períodos em países pobres. Além disso, as análises de bem-estar sugerem que a política monetária baseada em regras é preferível ao regime discricionário na maioria dos casos.
Ficha do documento
- Tipo
- Dissertação
- Ano
- 2026
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Inglês
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/39425
- Temas
- Economia
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