Por que a elasticidade-preço das exportações é baixa no Brasil?novas evidências desagregadas
Padrón, Alejandro da Rocha Souto; Santos, Cláudio Hamilton Matos dos; Amitrano, Claudio Roberto; Ribeiro, Fernando José da Silva Paiva; Bhering, Gustavo
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Resumo
Investiga a relação entre a taxa de câmbio e a evolução das exportações brasileiras no período compreendido entre 1996 e 2014. São duas as hipóteses investigadas. A primeira é que a elasticidade-preço das exportações brasileiras é relativamente baixa. A segunda é que esta baixa elasticidade está estritamente relacionada à composição da pauta de exportações excessivamente concentrada em commodities e em manufaturas nas quais a concorrência internacional não se dá via preços. Apresenta os principais fatos estilizados sobre a trajetória das exportações brasileiras no período recente, desagregadas por grau de elaboração, setores de atividade, intensidade
 tecnológica e intensidade de fatores. Aborda os argumentos de natureza tanto empírica quanto teórica que dão suporte à hipótese de que a elasticidade-preço das exportações brasileiras é relativamente baixa. Por fim, apresenta os resultados de várias especificações econométricas que sugerem que, de fato, a elasticidade-preço das exportações é baixa no Brasil.
Ficha do documento
- Tipo
- Livro
- Ano
- 2015
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/5862
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Brasil; 1996-2014
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