Por que a economia brasileira não cresce dinâmica e sustentavelmente? Uma análise kaleckiana e keynesiana
Maldonaldo Filho, Eduardo; Ferrari Filho, Fernando; Milan, Marcelo
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Este artigo examina a relação, para a economia brasileira, entre a formação bruta de capital fixo e o crescimento econômico. Tendo como referência as teorias keynesianas e kaleckianas, procura-se entender porque a economia brasileira, a despeito da estabilização monetária alcançada com o Plano Real, se encontra estagnada desde os anos 1990. As evidências empíricas mostram uma elevação do investimento por um curto intervalo nos últimos anos, mas em níveis insuficientes para dinamizar o crescimento econômico e ampliar a relação investimento/PIB. A análise econométrica apresenta resultados compatíveis com as interpretações teóricas e aponta para algumas barreiras importantes para o investimento, como as taxas reais de juros elevadas.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2016
- Instituição
- Universidade Estadual de Campinas
- Fonte
- Economia e Sociedade
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8647590
Conteúdos relacionados
- Artigo científicoO Financiamento do desenvolvimento e o novo banco do BricsInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2018
- Artigo científicoLa Integración de América Latina en el nuevo orden internacionalIpea · 2026
- EstudoInfraestrutura pública digitalIpea · 2026
- Artigo científicoLa Banca de desarrollo en América Latina y el Caribe como catalizadora del crecimiento regionalIpea · 2026