Os BRICS sob a ótica da teoria dos acordos regionais de comércio
Ferraz, Lucas Pedreira do Couto
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Este artigo avalia os principais efeitos, sobre a economia brasileira, da criação de
 uma zona de livre comércio entre os BRICS. Uma análise de bem-estar sugere que a economia chinesa é a que mais se aproxima da definição de um “parceiro natural” de comércio para o Brasil, em comparação aos demais BRICS. Além disso, apesar do baixo
 fluxo de comércio bilateral existente entre os BRICS – à exceção da China –, a remoção
 das tarifas de importação intrabloco pode aumentar significativamente as relações de
 trocas entre estas economias. Os níveis de bem-estar alcançados são comparáveis aos
 de um acordo de livre comércio entre o Brasil e os Estados Unidos, por exemplo. Este
 resultado, contudo, é fortemente influenciado pela presença da China, sinalizando a crescente aproximação do padrão de comércio praticado por esta economia daqueles praticados por economias mais desenvolvidas, como os Estados Unidos.
Ficha do documento
- Tipo
- Estudo
- Ano
- 2012
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/1006
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Brasil; Rússia; Índia; China; África do Sul
Conteúdos relacionados
- EstudoAcordos bilaterais de comércio entre as economias do BRICSInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2013
- EstudoReflexões sobre as integrações regionaisFundação Getulio Vargas · 2026
- Artigo científicoValidando um Modelo Dinâmico de Equilíbrio Geral Computável para a Economia BrasileiraEGV EPGE · 2024
- Artigo científicoBRICS plusInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2023