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Artigo científico

O papel da força viva de trabalho no processo capitalista de produção - uma análise dos dilemas contemporâneos

Paulani, Leda Maria; Pt, Pt

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Resumo

Marx explicou, nos capítulos 11-13 do primeiro volume de O Capital, a natureza das mudanças que o progresso da divisão do trabalho impôs ao papel da força de trabalho. Ele concluiu que. com a maquinaria, o trabalho estava finalmente submetido ao capital. Mas muitas coisas mudaram desde então. Os trabalhadores tiveram de se adaptar ao Taylorismo e ao Fordismo, introduzidos no início do século XX. Mais recentemente, os trabalhadores tiveram de se adaptar ao Toyotismo e suas drásticas demandas. Qual é o significado dessas novas transformações? O artigo procura discutir essas questões. A principal idéia é que, com as mudanças mais recentes, particularmente com o Toyotismo, a força viva de trabalho foi colocada em sua adequada posição, como sujeito negado. Portanto, podemos olhar para a história dessas transformações como um processo do tipo "learning by doing", por meio do qual a lógica do capital pôde obter este resultado funcional.

Ficha do documento

Tipo
Artigo científico
Ano
2001
Instituição
Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária
Idioma
Português
Acesso
Não informado
Identificador
oai:revistas.usp.br:article/215496
Licença
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0

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