O Governo Municipal na Monarquia
Machado Paup´´erio, A.
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Resumo
Com a independência e o primeiro Império a capital do país ia iniciar umnovo movimento, antagônico ao de feição centrífuga, que conhecera o Brasilanteriormente, quando a nacionalidade vivera de certo modo a dispersão atravésde imensos latifúndios desmembrados administrativamente da unidademaior e diferenciados em diversas porções regionais.O movimento centralizador não se fêz esperar e depressa, pouco depoisde 1822, com as 19 províncias com que então contávamos e entre as quaisestava a cisplatina, tínhamos, na direção de cada uma, um presidente diretamentenomeado pelo Imperador, de acôrdo com a lei da Assembléia Constituinte.Havia, é verdade, ao lado de cada presidente um conselho provincial,constituído de cidadãos eleitos pelo povo, mas êste, apesar de não lhe seremas funções convenientemente definidas, apresentava-se como órgão meramenteconsultivo. O presidente, dessa forma, assumia aspectos de verdadeiro soberanolocal.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 1958
- Instituição
- Escola Nacional de Administração Pública - Enap
- Idioma
- Português
- Acesso
- Não informado
- Identificador
- oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/4217
- Licença
- http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0
- Temas
- Gestão Municipal
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