Juventude, associativismo e economia solidária“não é por centavos, é por direitos”
Fischer, Maria Clara Bueno; Pereira, Anny; Tiriba, Lia
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Este artigo destaca o direito à promoção de formas coletivas de organização para o trabalho, de redes de economia solidária e da livre associação. Entende que em vez de “salvadores da pátria” ou sujeitos de assistência social, os jovens devem ser considerados como sujeitos de direitos, entre os quais o direito ao trabalho associado. Em uma perspectiva distinta da “empregabilidade” e do “empreendedorismo”, ou seja, em um horizonte que busca contrariar a lógica do sistema capital. Afirma que as experiências de trabalho associado incorporam dimensões objetivas e subjetivas, de cunho emancipador, nos processos de construção de liberdade e autonomia. Nesse horizonte,
 indica a necessidade de políticas públicas de economia solidária que contribuam para o
 exercício da autogestão do trabalho, do território e de outras instâncias da vida social.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2013
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/3831
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Brasil
Conteúdos relacionados
- EstudoDa Economia social europeia à economia solidária latino-americanaInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2025
- EstudoA Política de economia solidária no ciclo orçamentário nacional (2004-2018)Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2018
- Artigo científicoEconomia solidária e autogestão no BrasilInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2005
- DissertaçãoPolíticas públicas e relações de trabalhoFundação Getulio Vargas · 2004