Justiça e redistribuiçãoo caso dos países latino-americanos
Rego, Herbert Oliveira; Figueiredo, Erik Alencar de
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Seguindo a orientação dos igualitários modernos, o modelo de Alesina e Angeletos (2005) estabelece uma norma de justiça baseada na composição da desigualdade, representada por uma ponderação esforço-sorte. Contudo, evidências empíricas para um conjunto de países latino-americanos sugerem que, diferentemente dos países desenvolvidos, essas sociedades não possuem uma visão estabelecida sobre o papel do mérito no resultado econômico. Assim, este artigo propõe uma estrutura teórica baseada em um novo critério de justiça, qual seja: a percepção de que o país não oferece iguais oportunidades para todos. A nova parametrização conduz a um equilíbrio único e estável, caracterizado por uma taxação intermediária entre os equilíbrios dos Estados Unidos e da Europa.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2018
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/8501
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- América Latina
Conteúdos relacionados
- EstudoInfraestrutura pública digitalIpea · 2026
- EstudoEstado digitalInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2025
- EstudoGovernança da política de inovação no Brasil e nos Estados UnidosInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2023
- LivroPlanejamento governamental e aparato burocrático no governo federal brasileiroInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2018