Guerra comercialmais um capítulo
Matos, Silvia Maria; Dianin, Caio Vinicius; Tobler, Rodolpho Guedon; Duque, Daniel Vasconcellos Archer; Braz, André; Dias, Matheus; Senna, José Júlio; Ribeiro, Matheus Cristiano de Oliveira Rosa; Ribeiro, Lívio
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Resumo
Mesmo com muitas idas e vindas, a principal marca do cenário internacional do primeiro semestre de 2025 tem sido a guerra comercial. O mês de julho representaria uma data importante para o encaminhamento dos acordos comerciais. Porém, houve mais uma rodada de ameaças por parte dos EUA. O governo Trump adiou de 9 de julho para 1o de agosto o prazo para o aumento das tarifas denominadas “recíprocas”. Mas, ao mesmo tempo, enviou para um conjunto de países uma notificação sobre a imposição de tarifas similares aos patamares apresentados em abril deste ano, e que devem vigorar a partir do primeiro dia de agosto. Entre os principais parceiros comerciais, como México e União Europeia, a tarifa foi definida em 30%. Consequentemente, mesmo esperando um recuo em parte dessas medidas, houve reação nos mercados, com o aumento da incerteza sobre os desdobramentos da guerra comercial.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 2025
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/37291
- Temas
- Economia
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