Eu Chorei RiosArte e Memória | Impacto Social FGV com Paulo Herkenhoff e Glicéria Tupinambá
FGV Arte
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
A exposição "Eu Chorei Rios" propõe uma reflexão profunda sobre memória, território, arte e o futuro do Brasil, conectando a urgência da preservação ambiental ao pertencimento e à ancestralidade. Neste episódio que encerra a temporada do Impacto Social FGV, o curador Paulo Herkenhoff e a artista e curadora Glicéria Tupinambá analisam como a cultura e a sociedade brasileira são transformadas pela resistência e cosmovisão dos povos originários. A conversa aborda os desafios da luta pelo território, a importância de romper com o racismo estrutural e as narrativas coloniais, o processo espiritual e histórico de recriação do Manto Tupinambá e o papel da arte indígena contemporânea como ferramenta de cura e diplomacia. Temas deste episódio: ▪️ A exposição "Eu Chorei Rios" e a arte contemporânea ▪️ Preservação ambiental e a recuperação de territórios ▪️ Apagamento histórico e o resgate da memória indígena ▪️ Desconstrução de visões e estereótipos coloniais ▪️ A cosmovisão Tupinambá e a confecção do Manto sagrado ▪️ A arte como instrumento de diplomacia e cura social
Ficha do documento
- Tipo
- Outro
- Ano
- 2026
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/39930
Conteúdos relacionados
- RelatórioRelatório de atividades do FGVces 2024Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) · 2025
- LivroHugo FrançaFundação Getulio Vargas · 2025
- RelatórioFuturo do ensino superiorFundação Getulio Vargas · 2025
- RelatórioRelatório kick-offCentro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) · 2024