Essays on taxes and consumption
Matos, Mariana Milhomem
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Resumo
Esta tese consiste em três artigos independentes em microeconomia aplicada. O primeiro artigo estima as funções de bem-estar social marginal para o Brasil usando duas preferências distintas para os agentes: quase-linear no consumo e isoelástica no consumo e no trabalho. Usamos uma abordagem dual do modelo de otimização de imposto de renda , a lógica é invertida, estimamos uma função de bem-estar social que torna ótima a estrutura tributária vigente. Por fim, verificamos se as preferências sociais reveladas satisfazem as condições do modelo, então a inversão é bem comportada. Descobrimos que para o caso da utilidade quase-linear, as preferências reveladas não são decrescentes para alguns valores de produtividade. Quando introduzimos efeitos renda, introduzimos curvatura na utilidade de consumo e então as preferências sociais reveladas são bem comportadas e paretianas. O segundo artigo avalia as consequências previdenciárias da substituição do atual sistema tributário brasileiro em que os rendimentos dos cônjuges são somados para o cálculo da renda tributável com aquele para o qual os rendimentos dos cônjuges são calculados em média para determinar o rendimento tributável. No brasil, os cônjuges têm a opção de declarar individualmente ou em conjunto. Uma reforma no atual sistema tributário brasileiro traz uma melhora de bem-estar. A mudança para um sistema de imposto de renda em que a média dos rendimentos dos cônjuges determina a renda tributável aumenta o bem-estar da economia. O trabalho final investiga a otimização do comportamento de consumo usando microdados disponíveis no Consumer Expenditure Survey. Com uma amostra mais longa e mais recente, confirmamos os padrões de ciclo de vida e séries temporais encontrados por Attanasio e Weber (1995) para os Estados Unidos por meio de um painel sintético. Além disso, nós seguimos sua abordagem de modelar a equação de Euler com variáveis demográficas e de oferta de trabalho, mas relaxamos a suposição implícita de que os consumidores usam apenas um ativo para suavizar o consumo ao longo do tempo. Fazemos isso agregando retornos, usando a medida de retorno ao capital agregado de Mulligan e Threinen (2010) para testar a hipótese de renda permanente do ciclo de vida. Nossos resultados fornecem mais evidências a favor da teoria e mostram que ignorar o fato das famílias suavizarem o consumo ao longo da vida utilizando um portfólio de ativos pode superestimar a elasticidade de substituição Intertemporal.
Ficha do documento
- Tipo
- Tese
- Ano
- 2022
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Inglês
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/33558
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