Dominância política e paralisia executiva
Borges, Bráulio; Vaz, Bruno Ottoni Eloy; Rocha, Daniela de Paula; Veloso, Fernando A.; Barbosa Filho, Fernando de Holanda; Lopes, Ignez Guatimosim Vidigal; Senna, José Júlio; Afonso, José Roberto Rodrigues; Pereira, Lia Valls; Ribeiro, Lívio; Azevedo, Luísa; Pinheiro, Maurício Canêdo; Lopes, Mauro de Rezende; Bonelli, Regis; Pessôa, Samuel de Abreu; Matos, Silvia Maria; Barreira, Tiago Cabral; Pinto, Vilma da Conceição; Botelho, Vinicius de Oliveira
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Resumo
Desde 2014 nossas análises têm enfatizado o vínculo entre a política e a economia para explicar a crise pela qual o país passa desde então. De um lado, a falta de consenso político tem impedido respostas mais fortes ao quadro de deterioração fiscal. Isso derrubou a confiança de empresários e consumidores, levando junto o nível de atividade e, em um círculo vicioso, as receitas tributárias, dessa forma agravando ainda mais o quadro fiscal. De outro lado, a deterioração econômica enfraqueceu a disposição dos políticos, a começar pelo próprio Executivo, de adotar medidas mais fortes na área fiscal, levando a um quadro de quase inércia na política econômica.
Ficha do documento
- Tipo
- Relatório
- Ano
- 2016
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/16709
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