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Estudo

Determinantes dos investimentos diretos externos em países em desenvolvimento

Nonnenberg, Marcelo José Braga; Mendonça, Mario Jorge Cardoso de

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Resumo

Basicamente, os determinantes dos investimentos diretos externos (IDE) podem ser relativos às firmas e a características dos países de origem — push factors — ou a fatores locacionais — pull factors. A maior parte da literatura teórica relativa a empresas multinacionais nos últimos 40 anos, justamente por concentrar sua atenção nas empresas, enfatizou os fatores relacionados a vantagens das firmas, dando pouca importância aos fatores macroeconômicos. O objetivo deste trabalho é estimar, com base em dados de painel para 33 países no período 1975-2000, os principais determinantes dos IDEs em direção aos países em desenvolvimento. Fatores como tamanho e ritmo de crescimento do produto, qualificação da mão-de-obra, receptividade em relação ao capital externo, risco do país e desempenho das bolsas de valores estão entre os principais determinantes de IDE. Além disso, por meio da aplicação de um teste de causalidade no contexto de dados em painel, foi possível mostrar que o investimento direto externo não tem efeito positivo sobre o PIB. Ao contrário, o PIB do país é que tem efeito sobre a entrada de IDE.

Ficha do documento

Tipo
Estudo
Ano
2004
Instituição
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Idioma
Português
Acesso
Acesso aberto
Identificador
oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/1891
Licença
Licença Comum
Abrangência
África do Sul; Angola; Argentina; Bolívia; Brasil; Bulgária; Chile; China; Colômbia; Coréia do Sul; Costa do Marfim; Egito; Equador; Filipinas; Índia; Indonésia; Líbano; Malásia; Marrocos; México; Moçambique; Nigéria; Panamá; Paquistão; Paraguai; Peru; Polônia; Qatar; Rússia; Senegal; Cingapura; Tailândia; Turquia; Ucrânia; Uruguai; Venezuela; Vietnã; Zâmbia
Temas
Dados

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