Criação, destruição e rotatividade do emprego formal no setor privado brasileiro (1997-2012)
Silva Júnior, Gílson Geraldino
O documento é disponibilizado pela fonte de origem, que mantém a versão integral e as condições de uso.
Resumo
Este Texto para Discusão (TD) analisa as taxas de criação, destruição e rotatividade do emprego no setor privado brasileiro entre 1997 e 2012, conforme proposto por Davis e Haltiwanger (1992), com atenção particular às flutuações após a crise financeira de 2008. Crise esta considerada um choque adverso na economia mundial, com potenciais efeitos sobre o Brasil. A evidência econométrica indica que: i) a criação líquida de emprego e a rotatividade de trabalhadores são pró-cíclicas e a destruição, contracíclica, como esperado; ii) em todo o período, o efeito das flutuações sobre as taxas de criação, destruição e rotatividade do emprego é o mesmo para os estabelecimentos que entraram e saíram da amostra e para os que ficaram; e iii) o efeito pós-2008 não só é distinto nestes dois grupos, como também o efeito pós-2008 positivo sobre os estabelecimentos que ficaram na amostra foi insuficiente para compensar o efeito pós-2008 negativo sobre os estabelecimentos que entraram e saíram da amostra.
Ficha do documento
- Tipo
- Estudo
- Ano
- 2015
- Instituição
- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/4757
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Brasil; 1997-2012
- Temas
- Economia
Conteúdos relacionados
- Artigo científicoUma análise das cotas para pessoas com deficiência no BrasilInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2024
- Artigo científicoComplexidade econômica e emprego formal no BrasilInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2023
- EstudoDe volta para o futuro?Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) · 2007
- Artigo científicoApresentaçãoIpea · 2026