Condições externas e domésticas melhoram, mas problemas estruturais permanecem sem solução
Pinheiro, Armando Castelar; Matos, Silvia Maria; Pimentel, Luana Moreira de Miranda; Campelo Junior, Aloísio; Bittencourt, Viviane Seda; Barbosa Filho, Fernando de Holanda; Duque, Daniel; Quadros, Salomão; Braz, André; Senna, José Júlio; Pinto, Vilma da Conceição; Pereira, Lia Valls; Pessôa, Samuel de Abreu; Balassiano, Marcel Grillo
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Resumo
Com já havíamos observado no Boletim de setembro, apesar de o cenário internacional ter piorado ao longo do ano, de certa forma houve uma acomodação desde setembro, pelo menos no que tange às economias emergentes. Assim, após atingir um pico em meados de agosto, o dólar se enfraqueceu um pouco, a despeito da perspectiva de que o Fed venha a subir os juros além do que o mercado vinha antes precificando. Isso ajudou a tornar o cenário internacional menos desafiador aos emergentes, o que levou a forte recuo do risco-país destes países e a uma dinâmica cambial mais favorável.
Ficha do documento
- Tipo
- Relatório
- Ano
- 2018
- Instituição
- Fundação Getulio Vargas
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/25866
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