Arranjos cooperativos e inovação na indústria brasileira
Cassiolato, José Eduardo; Britto, Jorge Nogueira de Paiva; Varga, Marco Antonio
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Resumo
Analisa os arranjos cooperativos voltados à inovação na indústria brasileira com base nos dados da Pintec 2000, investigando como empresas de diferentes portes e características estruturais desenvolvem práticas de cooperação e quais impactos isso gera sobre seu desempenho inovador. Os autores discutem o papel das interações entre firmas, universidades, institutos de pesquisa e demais agentes, destacando a baixa intensidade de cooperação no país, especialmente em atividades de maior conteúdo tecnológico, e apontando fortes diferenças setoriais e estruturais que moldam essas relações. Também analisam fatores determinantes da cooperação, como porte das empresas, fontes de informação utilizadas e intensidade de esforços em P&D, mostrando que firmas que cooperam tendem a apresentar melhores resultados em faturamento, exportações, produtividade e capacidades tecnológicas. O estudo enfatiza a necessidade de políticas públicas mais eficazes, com foco no fortalecimento dos sistemas produtivos e inovativos locais, maior coordenação institucional e promoção de interações que ampliem a capacidade competitiva e inovadora das empresas brasileiras.
Ficha do documento
- Tipo
- Livro
- Ano
- 2005
- Instituição
- Ipea
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/19969
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Brasil
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