Análise do mercado de trabalhoMercado de Trabalho n.0 – mar. 1996
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
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Resumo
Um fato importante, que passou até aqui praticamente despercebido nas análises do comportamento recente do mercado de trabalho brasileiro, é o de que a pressão demográfica sobre o mercado de trabalho foi relativamente fraca durante a primeira metade da década de 90. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, a taxa de crescimento acumulada da População Economicamente Ativa (PEA) das seis principais regiões metropolitanas do país entre 1991 e 1995 teria sido de apenas 5, 72%. Note-se, porém, que ela diferiu profundamente de uma região metropolitana para outra - de 1,78% registrado no Rio de Janeiro a 12, 14% em Belo Horizonte. A principal explicação deste fenômeno encontra-se na expressiva queda - ocorrida em todas as regiões metropolitanas pesquisadas - da taxa de participação na força de trabalho (ver a Tabela A.1.4 do Anexo Estatístico). O Gráfico l abaixo mostra que esta taxa, no conjunto das regiões metropolitanas, diminuiu quase cinco pontos percentuais entre 1990 e 1993 e que, a partir de então, praticamente se estabilizou no novo patamar de pouco mais de 59%.
Ficha do documento
- Tipo
- Artigo científico
- Ano
- 1996
- Instituição
- Ipea
- Fonte
- Repositório do Ipea
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/19069
- Licença
- Licença Comum
- Abrangência
- Brasil - Regiões Metropolitanas
- Temas
- Economia
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