A economia brasileira em compasso de espera
Pinheiro, Armando Castelar; Matos, Silvia Maria; Mereb, Julio; Campelo Junior, Aloísio; Bezerra, Itaiguara de Oliveira; Vaz, Bruno Ottoni Eloy; Barreira, Tiago Cabral; Quadros, Salomão; Braz, André; Senna, José Júlio; Pinto, Vilma da Conceição; Pereira, Lia Valls; Pessôa, Samuel de Abreu
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Resumo
Quando o governo Temer assumiu, muitos duvidavam de sua capacidade de sobrevivência. O país afundava em uma profunda crise econômica, com a atividade colapsando, a inflação em alta e as contas públicas em trajetória explosiva: com a baixa popularidade do presidente e toda polêmica que cercou o impeachment de Dilma Rousseff, parecia impossível que o novo governo conseguisse dar o “cavalo de pau” que o país precisava. Como se apontou à época, porém, um programa profundo de reformas não era a única saída; o governo poderia ser bem sucedido desde que combinasse uma melhoria na qualidade da política econômica com uma expectativa de reformas crível o bastante para permitir estabilizar a economia até um momento suficientemente próximo às eleições de 2018, quando o mercado naturalmente começaria a operar com base no crédito a ser dado ao governo que tomará posse em janeiro de 2019.
Ficha do documento
- Tipo
- Relatório
- Ano
- 2017
- Instituição
- IBRE
- Fonte
- Repositório da FGV
- Idioma
- Português
- Acesso
- Acesso aberto
- Identificador
- oai:repositorio.fgv.br:10438/19484
- Temas
- Economia
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